quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Remoinho



A momentos no que o remoinho de sensações, emoções, aquele furacão de coisas que nos vai no interior, não conseguem ser transmitidas. As vezes são coisas boas, outras más, até estupideces mais temos aquela necessidade de recolhida, de silencio... Oiço música, me trasmporto a esse meu remoinho e fico la parada siimplesmente a sentir, não tenho necessidad de nada mais. Só ficar la quieta, sem pensar no tempo, nas pessoas, na técnologia que pode estar a replicar, olhar no vazio, sentir e deixar meu tempo passar. Sim, poruqe dona do meu tempo é o meu interior, ele que faz que ele ande a comando do meu ritmo, ao compaso da música interior, aquele que só eu oiço porque quase nunca se comparte. 
Sim, eu gosto de estar comigo, eu gosto de ser quem eu sou, mesmo que as vezes nem eu mesma me comprenda. Em certa maneira esse é o segredo de me adorar, o saber que não sei como irei reagir a situações, maneiras o jeitos. A aprender a calar e falar do que me possa ou não beneficiar, mais algo nunca me nego, a fidelidad a mim mesma. Assumo os erros, os acertos e até aquelos feelings que do nada surgem, chamemos-lo de instinto. Não sou nem melhor nem pior que ninguém, nem essa é minha intenção se quer. Basta-me acordar, olhar no espelho para minha alma que reside nos olhos e sorri, chorar o falar. O que nunca quero que me aconteça, e baixar o olhar, porque se isso sucedesse, seria sinal de que me trai a mim mesma. Por tanto, oiço meu torbelhino, meu tifon particular porque isso, sim, é minha essencia.