terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Um rio...



Nossa alma é como um rio cheio de estações,de correntes ,quedas,subidas e plenitude ao juntaste ao mar... Não conseguimos sair do percurso ao não ser que explodimos com demasiada amplitude... Mais como todo o que é em demasia é descontrolado e não termina por ter continuidade,pois esse momento de fúria acaba e chega novamente a tranquilidade do descanso. As vezes deixamos que mexa na nossa agua, removam o barro que esta no fundo escurecendo a agua nessa zona, outras vezes mostramo-nos transparentes, é as veces não deixamos se quer que nos toquem. Nos escondemos pelo borde duna montanha que só os valentes o desesperados nos procuram com um salto de loucura e coragem. Hoje sinto-me a proteger com essa montanha a qual deixa que olhem mais não de me vejam, que podem achar por onde ando, mais não a onde vou. Meu rio quer ir no sossego de seu percurso, sem rochas, levando os fardos que a natureza le da,a liberdade e a força necessária para poder descansar para o próximo percurso perto do caminho dos outros. Longe mais perto, calmo mais perigoso, leve mais forte... Um rio que quer só simplicidade, paz e luz.