sábado, 8 de outubro de 2011


Não me prendo a nada que me defina. sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e coração, fogo e agua... Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, ironia, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que tu quiseres, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho que me entendes, não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contacto. Ou toca, ou não toca. Gostas ou não gostas, agora o mas importante sou eu, as minhas necessidades..